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Autor: JANAINA CECILIA O. VILLANOVA, VANIA REGINA DE SA
Editora: PHARMABOOKS EDITORA
Resenha:
O livro "Excipientes: guia prático para padronização" foi escrito com o intuito de servir como fonte de consulta para profissionais do setor magistral, a respeito de um assunto ainda pouco mencionado nos textos de Farmacotécnica publicados no Brasil: o importante papel dos excipientes na qualidade, segurança e no desempenho dos medicamentos. As autoras preocuparam-se em orientar os profissionais acerca de como os excipientes exercem influência, in vitro e in vivo, na liberação dos fármacos a partir das cápsulas. Na segunda edição, além das formas sólidas de liberação imediata, a influência dos excipientes na estabilidade e no desempenho de formas farmacêuticas líquidas, foi abordada. Foram elaboradas fichas de especificações dos principais excipientes utilizados na manipulação de formas sólidas e líquidas, além de ser fornecido um roteiro a ser seguido durante a padronização de excipientes para cada ingrediente ativo manipulado, em concordância com os requerimentos da legislação vigente. A segunda edição conta, também, com excipientes padronizados para cápsulas, com os respectivos resultados dos testes de controle de qualidade. Casos sobre a estabilidade de preparações líquidas manipuladas foram discutidos. Fornecer fontes de material técnico-científico foi outra intenção do Guia. Longe de esgotar o assunto, as autoras pretenderam nortear o profissional magistral para que ele possa "caminhar sozinho" no exercício da arte e ciência da formulação farmacêutica.
Conteúdo:
1 INTRODUÇÃO
2 FORMAS SÓLIDAS
2.1 Evolução do conceito de excipiente
2.2 A funcionalidade dos excipientes
2.3 A segurança dos excipientes
2.4 Principais excipientes empregados na preparação de formas orais sólidas
2.4.1 Diluentes
2.4.2 Antiaderentes, deslizantes e lubrificantes
2.4.3 Aglutinantes
2.4.4 Desagregantes
2.4.5 Tensoativos
2.4.6 Absorventes
2.5 Os excipientes e a Biofarmacotécnica
2.5.1 Influência dos excipientes na biodisponibilidade dos fármacos a partir das cápsulas
2.5.2 A classificação Biofarmacêutica
2.6 A prática de padronização de excipientes no setor magistral
2.7 Recomendações para a escolha dos excipientes para a manipulação de cápsulas
3 PADRONIZAÇÃO DE EXCIPIENTES PARA CÁPSULAS DE LIBERAÇÃO IMEDIATA
3.1 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo cloridrato de amitriptilina 25.0 mg
3.2 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo amoxicilina 250.0 mg
3.3 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo anfepramona 50.0 mg
3.4 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo atenolol 50.0 mg
3.5 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo ciprofloxacina 250.0 mg
3.6 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo difosfato de cloroquina 250.0 mg
3.7 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo diazepam 10.0 mg
3.8 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo fluoxetina 20.0 mg
3.9 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo furosemida 40.0 mg
3.10 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo lisinopril 20.0 mg
3.11 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo metformina 500.0 mg
3.12 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo piroxicam 20.0 mg
3.13 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo propranolol 40.0 mg
3.14 Estudo de dissolução de cápsulas de liberação imediata contendo ranitidina 150.0 mg
4 FORMAS LÍQUIDAS
4.1 Formas líquidas convencionais
4.2 A manipulação de formas líquidas
4.3 Cuidados durante a manipulação de formas farmacêuticas líquidas
4.3.1 Solubilidade
4.3.2 Estabilidade
4.3.2.1 Estabilidade química
4.3.2.2 Estabilidade física
4.3.2.3 Estabilidade microbiológica
4.3.2.4 Estabilidade e condições de armazenagem
4.3.2.5 Estabilidade e embalagem
4.3.2.5.1 Características dos materiais empregados na fabricação das embalagens
Plásticos
Vidro
Metal
4.3.4 Palatabilidade
4.3.4.1 Edulcorantes
4.3.4.2 Flavorizantes
4.3.4.3 Corantes
5 SOLVENTES, COSSOLVENTES E VEÍCULOS
5.1 Solventes e cossolventes
5.2 Veículos aquosos
5.3 Veículos hidroalcoólicos
5.4 Veículos oleosos
6 PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
6.1 Pacientes pediátricos
6.2 Pacientes geriátricos
6.3 Pacientes com deficiências metabólicas
6.4 Pacientes hospitalizados
7 ESTABILIDADE DE PREPARAÇÕES LÍQUIDAS
8 DESCRIÇÃO DOS EXCIPIENTES EMPREGADOS NA MANIPULAÇÃO DE FORMAS SÓLIDAS E LÍQUIDAS
8.1 Acessulfame de potássio
8.2 Ácido Benzóico
8.3 Ácido cítrico monoidratado
8.4 Ácido sórbico
8.5 Álcool etílico
8.6 Alginato de sódio
8.7 Amido
8.8 Amido glicolato de sódio
8.9 Aspartame
8.10 Benzoato de sódio
8.11 Butil-hidroxianisol (BHA)
8.12 Butil-hidroxitolueno (BHT)
8.13 Bultiparabeno
8.14 Caolim farmacêutico
8.15 Carbopol ®
8.16 Carboximetilcelulose sódica (CMC Na)
8.17 Carragenina
8.18 Celulose microcristalina (MCC)
8.19 Ciclamato de sódio
8.20 Croscarmelose sódica
8.21 Crospovidona
8.22 Dióxido de silício coloidal
8.23 Docusato sódico
8.24 Edetato dissódico (EDTA dissódico)
8.25 Eritritol
8.26 Estearato de magnésio
8.27 Fosfato de cálcio dibásico diidratado
8.28 Fosfato de cálcio tribásico
8.29 Gelatina
8.30 Glicerina
8.31 Goma acácia
8.32 Goma guar
8.33 Goma xantana
8.34 Lactose anidra e monoidratada
8.35 Lauril sulfato de sódio (LSS)
8.36 Manitol
8.37 Metabissulfito de sódio
8.38 Metilcelulose
8.39 Metilparabeno
8.40 Polietilenoglicol
8.41 Polissorbatos
8.42 Propilenoglicol
8.43 Propilparabeno
8.44 Sacarina sódica
8.45 Sacarose
8.46 Sorbato de potássio
8.47 Sorbitol
8.48 Talco farmacêutico
8.49 Xilitol
9 LITERATURA COMPLEMENTAR
REFERÊNCIAS [
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